Os Melhores Jornais do Mundo - Uma visão da Imprensa Internacional
MOLINA, MATIAS M.
A 2ª edição - escrita por um dos mais respeitados jornalistas da área econômica, Matías M. Molina, espanhol radicado no Brasil-, revista e atualizada, do livro 'Os melhores jornais do mundo - uma visão da imprensa internacional', conta histórias de sucesso. Os jornais analisados são verdadeiras instituições, com décadas de existência nas quais conquistaram a credibilidade e a admiração dos leitores - e diante dos quais os governos dos países mais avançados e democráticos têm que prestar contas de suas decisões. A obra começa com os jornais franceses, com sua grande tradição em coberturas e reportagens profundas que influenciam o jogo da política internacional: o Le Monde e o Le Figaro. Seguem os norte-americanos: o de maior repercussão mundial, The New York Times; e o conterrâneo econômico The Wall Street Journal. Há ainda nesse capítulo o veículo da capital do país mais poderoso do mundo, The Washingnton Post, e o jovem e vibrante Los Angeles Times. Da Espanha, o representante é o ElPaís, decisivo na redemocratização após o longo período franquista. No entanto, a nação onde a leitura dos jornais foi desde seu início um hábito popular é a Inglaterra, de onde são o Financial Times, o The Guardian e o The Times. O italiano Corriere della Sera, relativamente mais novo, conquistou um lugar importante na imprensa da União Européia, que também é dividida com os periódicos da Alemanha Frankfurter Allgemeine Zeitung e Süddeutsche Zeitung. A Suíça, com sua longa tradição em abordaras principais questões políticas da Europa a partir do princípio da neutralidade, oferece o Neue Zürcher Zeitung. No Canadá, o mais influente jornal, analisado no livro, é o The Globe and Mail. Finalmente, Molina descreve dois jornais japoneses, aos quais naturalmente o público brasileiro tem pouco acesso, mas que fazem parte desse rol das grandes publicações: Asahi Simbun e Nihon Keizai Shimbun.

