Meu amigo empreendedor, deixa eu te fazer uma pergunta direta: você já chegou ao final do mês com a sensação de que trabalhou como um louco, entregou dezenas de pedidos, mas, na hora de pagar as contas pessoais, o bolso estava vazio? Se a sua resposta foi "sim", você caiu na armadilha mais perigosa do setor gráfico: confundir faturamento com lucro. Muitos parceiros entram na "guerra de preços" para não perder o cliente, mas esquecem que, se o preço não cobre seus custos e seu tempo, você não fez uma venda, você pagou para trabalhar.
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Quando discutimos os aspectos relacionados aos custos no contexto das empresas gráficas, é comum ouvirmos termos como custo por hora, mapa de custos, custos fixos, margem de contribuição, entre outros. No entanto, é importante reconhecer que os custos no universo das gráficas vão além das abordagens mencionadas. A gestão estratégica de custos nos conduz a uma análise mais abrangente, na qual os componentes estratégicos adquirem maior clareza, tornando-se mais evidentes e formais.
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Na maioria das vezes, as empresas gráficas definem seus preços com base em suas percepções sobre o quanto seus clientes estão dispostos a pagar ou no valor que eles acreditam que seus serviços valem. Em outras ocasiões, os preços são estabelecidos levando em conta os custos (nem sempre calculados de forma adequada) e o preço praticado pelos concorrentes.
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A gestão de compras de uma empresa é toda e qualquer atividade que envolva organização, planejamento e aquisição de recursos para o negócio. Por isso, é um setor que possui a responsabilidade de fazer o gerenciamento da cadeia de suprimentos de forma otimizada, integrando e estabelecendo o relacionamento entre diferentes elementos e pessoas.
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O Brasil é o país da América Latina com maior investimento em Marketing Digital, segundo dados divulgados pelo estudo "Digital Marketing Readiness", realizado pela consultoria McKinsey em conjunto com a Aba, Associação Brasileira de Anunciantes.
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Definir o preço de venda correto para os seus IMPRESSOS OU SERVIÇOS, não é um bicho de 7 cabeças. Tenha em mente, no entanto de quem fixa o preço é o mercado. Quando falamos de impressos ou serviços, podemos afirmar certamente que a gráfica também vende serviços além dos impressos. Mas este é um assunto que discutiremos em outra ocasião.
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Os preços de venda são disputados no mercado em regime de concorrência acirrada e somente teremos um resultado satisfatório se otimizarmos os nossos custos. Existe uma diferença muito grande entre reduzir custos e otimizar custos. O conceito de otimização é muito mais abrangente e poderíamos dizer mais correto do que o da redução dos custos.
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Toda gráfica deseja crescer, ou pelo menos se tornar lucrativa. Mas nem toda empresa sabe como tornar isso uma realidade. E aqui não estamos falando de falta de recursos, limitação de investimentos ou mercado desfavorável. A grande consideração é que muitas gráficas querem crescer, mas não possuem uma estratégia para isso, não planejaram o seu crescimento.
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Tenho visitado muitas gráficas e pude verificar uma enorme gama de desperdícios que acabam custando muito dinheiro para o empresário. Tentei compreender, por que ocorre tanto desperdício em nossas gráficas e, o que é pior, por que existe tanta omissão e acomodação em relação a este problema, por parte de chefes, gerentes e até do dono da empresa.
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Nos meus trabalhos de consultoria juntamente aos pequenos negócios, me deparo constantemente com uma afirmação por parte dos empreendedores e empresários com a seguinte colocação: Minha empresa trabalha para pagar impostos ao governo.
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