Um mapa de custos funciona como uma bússola que orienta as empresas rumo a decisões mais informadas e estratégicas. Neste artigo, vamos explorar como criar um mapa de custos eficaz para otimizar a saúde financeira do seu projeto ou negócio na indústria de embalagens e impressão.
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Se você é especializado em embalagens de papelão ondulado, cartão dobrável, rótulos ou embalagens flexíveis, entender essas quatro tendências pode ajudá-lo a inovar, manter-se competitivo e atender às demandas do mercado dinâmico de hoje, antecipando as necessidades futuras.
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Aumentar a produtividade da economia brasileira é um grande desafio. Segundo o estudo do Observatório de Produtividade Regis Bonelli – grupo de pesquisadores que faz parte do FGV Ibre –, no primeiro trimestre de 2025 o crescimento da produtividade por hora efetivamente trabalhada foi nulo - 0. No quarto trimestre de 2024, a marca foi de -0,5. Há, no entanto, ilhas de excelência em que a produtividade avança muito. É o caso do setor de agronegócios, que cresceu 14% em relação ao primeiro trimestre de 2024. Estimativas da ESALQ apontam que, em 2025, o agronegócio poderá representar 29,4% do PIB nacional. A indústria, por outro lado, decresceu 0,8% e a área de serviços teve sua produtividade reduzida em 1,4%.
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Você já percebeu que muitas embalagens que eram de vidro, tampa de aço e rótulos autoadesivos estão migrando ou já migraram para embalagens flexíveis? As embalagens desempenham um papel crucial na proteção de produtos e no marketing dos mesmos em todo o mundo. Com o avanço da tecnologia e a crescente preocupação com a sustentabilidade, testemunhamos uma significativa transição de embalagens de lata e vidro com rótulo autoadesivo para opções mais flexíveis e eco-amigáveis. Este movimento não só atende à demanda por eficiência e personalização, como também reflete o compromisso crescente com o meio ambiente.
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Quando tentamos falar sobre o futuro, pode vir à mente alguns advérbios de dúvida. Talvez, porventura e provavelmente expressam aquilo que não sabemos como será. Essas palavras se relacionam bem na correlação com o futuro das embalagens de papelão ondulado. Sendo o Brasil quem registra um crescimento de 3% ao ano versus mundo, com 2,2%, efetivamente, seguramente e sem dúvida, nosso país teria advérbios de afirmação suficientes como promissor nesse quesito.
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A ineficiência na gestão do ‘lead time’ industrial pode reter até 30% do faturamento da empresa. A avaliação é do consultor Ricardo Borgatti, sócio da Borgatti Consulting e cofundador da Cogtive, plataforma de automação da gestão da produção fabril. O ‘lead time’ é o período entre o início de um fluxo de processos e a sua conclusão. Em recente análise de estudo de casos, Borgatti constatou que indústrias de manufatura de produtos para consumo com faturamentos que variam de R$ 300 milhões anuais a mais de R$ 1 bilhão estão retendo desde R$ 15 milhões até R$ 300 milhões em fluxo de caixa. Impacto esse devido, especificamente, “à ineficiência na gestão do ‘lead industrial’”, nas palavras do especialista.
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Conduzindo-nos aos anos 50, Peter Drucker ressaltou a necessidade de marketing empresarial para sucesso. Hoje, em cenários imprevisíveis, a orientação permanece: empresários gráficos devem abraçar estratégias proativas para evitar resultados prejudicados. Desviar o foco de problemas internos para oportunidades de mercado, promover cooperação, aprimorar atendimento e atualizar-se tecnologicamente é essencial. O Marketing Industrial, entrelaçado com vendas, emerge como motor. Um alerta: clientes são o alicerce vital da gráfica. Este imperativo mantém-se, reforçando a importância da estratégia e do foco na satisfação e rentabilidade dos clientes.
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O cenário competitivo acentuado no setor gráfico tem impulsionado uma busca incessante por diferenciação entre as gráficas, uma vez que a atração de clientes e a superação das instabilidades vigentes se tornaram prioridades primordiais. Nesse contexto, os proprietários de gráficas estão direcionando seus esforços rumo a soluções que possam conferir destaque ao negócio, e uma abordagem cada vez mais observada é o investimento em tecnologia como catalisadora de crescimento.
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No setor gráfico, a importância de um consultor não pode ser subestimada, pois ele desempenha um papel fundamental em fornecer orientações estratégicas e soluções para desafios específicos. No entanto, é vital compreender que a definição de um "bom consultor" vai além da simples ideia de alguém dando conselhos fora do ambiente habitual. A afirmação inicial de que um consultor é uma pessoa comum dando conselhos longe de casa, embora inteligente, simplifica demais a natureza complexa do papel de consultoria.
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Alavancando a Competitividade na Indústria Gráfica: O Papel Estratégico da Informação
No setor gráfico, a intersecção entre a velocidade da informação, a qualidade dos processos e o desenvolvimento das equipes é determinante para o sucesso. A capacidade de adaptação às mudanças tecnológicas e a valorização das práticas eficientes de gestão são alicerces para enfrentar os desafios e prosperar em um mercado em constante evolução.
O setor gráfico passa por uma transformação significativa impulsionada pela velocidade e qualidade da informação. Essas mudanças têm impacto direto no mercado, nos custos e na gestão das empresas do ramo. A necessidade de operar em tempo real é uma realidade que se impõe, pois a agilidade é crucial para evitar a perda de clientes para concorrentes ágeis. Portanto, é crucial absorver e aplicar os novos conceitos de informação apresentados neste trabalho, a fim de ganhar vantagem competitiva.
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