Encerrar as atividades e extinguir a empresa: esta é a situação que qualquer empreendedor quer evitar. Apesar dos esforços, no entanto, o quadro é mais comum do que imaginamos. As explicações para a mortalidade das nossas gráficas podem ter diversas origens: momento econômico do país, dificuldades financeiras, gestão incompatível por falta de conhecimento e mercado explorado já obsoleto, entre muitos outros.
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Certamente como cidadãos e consumidores constatamos diariamente como nós não recebemos tratamento adequado e correto de várias situações básicas as quais estamos submetidos, praticados por entidades públicas e empresas em geral. Estou falando de coisas simples que não funcionam e já deveriam estar superadas. Essas situações acabam prejudicando o consumidor e o cidadão por não verem de forma concreta melhorias no atendimento. Passam-se meses e anos e muitas coisas básicas acabam se repetindo para o desespero das pessoas.
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Aproxima-se o dia 11 de novembro de 2017 quando entra em vigor a LEI 13.467/2017 que na verdade não tirou qualquer direito do trabalhador, não alterou nem férias nem mesmo o 13º salário, não alterou a jornada de trabalho, ou mesmo diminuiu o percentual de acréscimo em caso de horas extras ou do adicional noturno e também não mexeu com regras do FGTS, estabilidade ou ainda no Descanso Semanal.
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Chegamos a novembro de 2017 sendo que este ano, para a maioria dos colegas foi um ano REPLETO DE PROBLEMAS, PREOCUPAÇÕES E MEDO DO FUTURO. O fato é que não cuidamos de uma série de detalhes em nossa empresa, o que levou muitas gráficas ao desespero, e continuará este trajeto, se não forem tomadas providências pelo principal executivo ou equipe diretiva.
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Gráficas de todos os portes têm aderido à onda da definição de processos de Gestão. Algumas entraram tão fundo nesse modelo de gestão que se tornaram empresas totalmente orientadas por estes processos. Eu sou um grande defensor de normas e procedimentos, principalmente na parte que tange a Informação e comunicação correta.
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A comunicação pode ser considerada o processo social básico, porque é ela que torna possível à própria vida em sociedade. Vida em sociedade significa troca, intercâmbio, esse eterno toma lá, dá cá entre as pessoas. E todo intercâmbio entre os seres humanos só é realizado através da comunicação.
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Certamente está aí uma pergunta que o empreendedor não faz. E também não sabe sua resposta. Diria que o empreendedor ao saber disso muda toda a estratégia, processo e planejamento das ações internas e externas da sua empresa. Falar de Lucro Zero parece algo distante do cotidiano da gestão do negócio e paralelamente não "diz nada para o negócio".
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Sejam empregados ou empresários, estão todos preocupados com os rumos que nossa economia vem tomando nos últimos tempos. Essa preocupação com a atual situação econômica do Brasil vem fazendo com que grande parte dos empresários gráficos adiem investimentos e novos empreendedores aguardem momentos menos incertos para iniciar seus projetos.
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A medida que o mundo digital evolui, as preocupações se concentram em como implementar um sistema de segurança em torno das informações encontradas nos bancos de dados das empresas e nos órgãos públicos. A explosão dessas tecnologias como Cloud e Big Data, foca a atenção sobre a informação das pessoas e empresas e, é reflexo de uma crescente tendência de investimento em segurança da informação e no desenvolvimento de papéis específicos como o de Chief Security Officer (CSO).
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Somos verdadeiros desperdiçadores de tudo. Desperdiçamos água no chuveiro, na pia ou mesmo lavando calçadas. Alimentos são desperdiçados em quase toda a sua cadeia produtiva, bem como no transporte inadequado. Alimentos prontos são desperdiçados e vejo inúmeras famílias esvaziando os potinhos e pratinhos de sobra na geladeira, que vão diretamente ao lixo.
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Nossas gráficas são em sua maioria uma empresa familiar e como tal aquela sociedade que tem como seus sócios pais, irmãos, filhos ou outros parentes. O grande problema é que as relações profissionais podem terminar em brigas que afetam até as relações familiares. Nenhum negócio vale a pena se isso significar fim de laços familiares. É um prejuízo que não tem mais como recuperar.
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Embora estejamos em um pais que realmente segue as suas próprias Leis sempre contornáveis de alguma maneira, mesmo que ilícitas e, após a aprovação das novas regulamentações trabalhistas e a condenação do ex-presidente Lula, nossas gráficas, principalmente as de pequeno porte têm inúmeras dificuldades para continuar no mercado.
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Estamos vivendo momentos turbulentos onde o negócio é vender para faturar e não ter que fechar a nossa empresa. Concordo plenamente com esse conceito porém a grande maioria sai por aí com sua equipe de vendas atirando com um armamento de chumbinhos, onde SE acertar pegou o pedido. Não há discernimento para resultado, produtividade e capacidade de produção.
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Para que o empresário gráfico possa competir em uma escala global, ele necessita de uma boa gestão de profissionais capacitados e naturalmente de bons vendedores, que lhe tragam clientes adequados ao perfil de sua gráfica. O sucesso das pequenas e médias gráficas no Brasil está intimamente relacionado a capacitação do empresário na gestão de seu negócio bem como na capacidade técnica de seus funcionários. Emprego existe. O que falta são bons profissionais.
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Todos sabemos que o diferencial competitivo entre as empresas está nas pessoas. Há mais de vinte anos, uma gigante da indústria eletroeletrônica antecipava a importância do capital intelectual, quando sentenciava numa peça publicitária: "Os nossos japoneses são mais inteligentes do que os da concorrência".
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O pouco, ou talvez inexistente, crescimento de sua empresa tem um principal culpado. Não é o setor de vendas, operacional, nem é a crise econômica. O culpado é você! Você é principal motivo para sua empresa não crescer! Muitos donos de gráfica têm pesadelos só de pensar em se afastar da empresa por uns dias.
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Muitos profissionais de TI têm verdadeiros arrepios ao ouvirem a palavra INDÚSTRIA GRÁFICA. Esse ‘minipânico’ se deve, em grande parte, a experiências negativas na implantação de um sistema de gestão empresarial em empresas que esperam a ferramenta milagrosa, solucionadora de todos os seus problemas, sem sequer contribuir com qualquer informação, pois não as possuem e se baseando em dados de “média que o fornecedor do sistema” já possui. Isso pode consumir tempo, dinheiro e energia das pequenas e médias gráficas, sem que seus problemas sejam solucionados.
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Ao visitar algumas empresas de porte do nosso ramo de negócios e discutir seriamente com os empresários sobre um problema que na verdade os aflige, pude verificar que não são somente as atitudes do governo, mas principalmente a área comercial e os vendedores e representantes de venda. Muitos pesquisadores das áreas de Recursos Humanos acreditavam e ainda acreditam, que o profissional de vendas é realmente coisa do passado pois temos hoje o e-commerce que substitui com vantagens os melhores vendedores.
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Dois amigos ou parentes resolvem montar uma gráfica. Olham no jornal e compram baratinho umas máquinas usadas pelo valor que conseguiram juntar vendendo o sítio e um automóvel. Vão a um contador que lhes abre a empresa e pronto. Viram donos de gráfica. Até quando? Alguns por 10 ou 20 anos estragando todo mercado da cidade e correndo atrás do próprio rabo. Outros fecham já no primeiro ano de vida.
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Nos sonhos, os empresários acreditam na recuperação do capital investido em poucos anos, ou menos, e vislumbram um panorama otimista para os próximos 10 ou 15 anos, algo como tornar-se uma "GRÁFICA 4.0" ou então, a chegada de algum megainvestidor antenado e alinhado com os objetivos que deram vida à tua empresa.
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